Estéticas das Periferias na sua sétima edição em SP

Se no passado o Cinema Novo, o Teatro Popular, o CPC da UNE tinham como protagonismo trazer os novos paradigmas estéticos a partir dos meios sociais periféricos; nos dias de hoje a periferia das cidades assumiu esse papel para si.

O Hip-hop, os saraus, os pancadões, os slams, diversos festivais como o Felizs – Feira Literária da Zona Sul em São Paulo, tem promovido essa cultura nova, pulsante, que dita tendências. Nesse sentido a cidade de São Paulo ganha mais um marco com a realização da sétima edição do Encontro-Festival “Estéticas das Periferias”.

Idealizado pela Ação Educativa, o Estéticas das Periferias mobiliza inúmeros espaços culturais em todas as áreas dos fundões da capital paulistana – de sul a norte – por uma semana. O experimentalismo artístico permeia toda a programação que é construída colaborativamente por 33 coletivos culturais.

 

 

Em todo percurso foram realizados: 450 apresentações artísticas, 145 debates, 150 espaços culturais para um público de 80 mil pessoas. 

 

Em 2012, para valorizar as diferentes vozes presentes nas periferias de São Paulo, o evento passou a ser organizado por uma curadoria coletiva e passou a chamar Encontro Estéticas das Periferias. A partir daí passou a ser estruturado em torno dos eixos curatoriais, que orientam a construção da programação, são eles: Produção cultural de mulheres, direitos humanos, culturas negras, direito à cidade, meio ambiente, futebol e cultura. Bem amplo e plural para atender as múltiplas possibilidades que esse grande encontro, com cara de festival, trás das periferias paulistanas.

 

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(Fotos Divulgação)