Plataforma Nimuendajú mostra a diversidade indígena brasileira em mapa interativo

A Plataforma Nimuendajú permite, via aplicativo e via Web, a interação do usuário com o Mapa em ambiente digital com consultas diretas ao banco de dados elaborado a partir das informações contidas nos documentos originais e nas versões impressas (mapas e livros) de Curt Nimuendajú. Foram desenvolvidos filtros e camadas inter-relacionadas que ajudam a compreensão de todas dimensões contidas no documento-monumento sobre a história, a territorialidade dos povos e das línguas indígenas no Brasil.

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O fotógrafo Sebastião Salgado em mostra imersiva no RJ

A mostra Amazônia é o resultado da imersão, por sete anos, de Sebastião e Lélia Wanick Salgado, na região que cobre o Norte do Brasil e se estende a mais oito países sul-americanos, ocupando um terço do continente; e 60% da Amazônia estão no Brasil. A maior floresta tropical do planeta, traduzida pelas lentes e pela cenografia dos Salgado, transforma-se aqui em convite à informação, à reflexão e à ação em defesa do ecossistema imprescindível à vida no planeta.

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Ópera da Serra da Capivara, PI retorna com homenagem a Niéde Guidon

Após dois anos suspensa devido às restrições impostas pela pandemia da Covid-19, a Ópera da Serra da Capivara retorna em 2022 para a quarta edição. O evento, que será realizado entre os dias 26 e 30 de julho, volta a iluminar o anfiteatro da Pedra Furada, no Parque Nacional Serra da Capivara, e a Praça do Abrigo, em São Raimundo Nonato.

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IMS lança “Testemunha Ocular” um site dedicado ao fotojornalismo brasileiro

om o objetivo de difundir o passado e o presente do fotojornalismo brasileiro, o Instituto Moreira Salles lançou o site Testemunha Ocular, disponível neste link. O site apresenta a produção e carreira de fotógrafos de diferentes gerações e regiões do país. Também inclui dossiês, ensaios críticos, depoimentos em vídeo, além de outros materiais que ressaltam a importância da atividade na documentação da realidade brasileira e na construção da memória nacional.

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O ícone da xilogravura J. Borges em exposição com obras inéditas

J. Borges — O Mestre da Xilogravura faz com que o público mergulhe de cabeça na arte e na história do artista considerado Patrimônio Vivo de Pernambuco. A mostra propõe uma experiência imersiva bem inusitada: quem for ao CCF poderá tocar nas matrizes de 10 obras inéditas, feitas especialmente para exposição em cartaz no número 1313, da Avenida Paulista.

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Agostinho de Freitas em exposição na Galeria Estação

enominada “Agostinho Batista de Freitas – Mestre das Ruas”, que poderá ser vista entre 12 de maio e 11 de junho, tem curadoria do crítico e professor Agnaldo Farias e traz ao público uma seleção de cerca de 20 telas do artista que integram o acervo da galerista Vilma Eid.

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Espetáculo musical e álbum marcam os 15 anos do Bloco Afro Ilú Oba de Min

As alfaias. Os agogôs. Os xequerês e os Djembes do Bloco Afro Ilú Obá de Min voltam a ecoar nos palcos paulistas com o show inédito “Nossas Vozes, Nossos Cantos – Ilú Obá 15 anos”, na quinta-feira (19), às 21h, no Teatro Paulo Eiró – Grátis. Apresentado pela Casa Natura, o show inédito é fruto do disco comemorativo dos 15 anos do bloco.
Durante o espetáculo, as manifestações culturais populares afro-brasileiras se apresentam como uma ópera popular de rua, com música, dança e performance.

Com participações de Jessica Gaspar, Dani Negra, Samba de Roda Nega Duda e Teatro Solano Trindade, o show inédito mostra esta centrífuga sonora dos saberes ancestrais e a potência cênica feminina.

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Companhia de Teatro Heliópolis lança livro de seus 20 anos

Há 20 anos, o grupo coloca nos palcos teatrais os anseios e vivências da realidade do bairro de Heliópolis, na zona Sul de São Paulo. Registrada em livro, esta trajetória vem debater a importância da documentação de experiências teatrais. Acompanhando as comemorações dos 20 anos de fundação da Companhia de Teatro Heliópolis, o livro Giras Épico-Poéticas nas Obras-Quilombola, em Processos de Empoderamento – e não apenas – Negro, da Companhia de Teatro Heliópolis: 20 Anos de Belezas e/em Lutas, promove o debate da cena teatral.

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Saiu o livro Para Ouvir o Samba: Um Século de Sons e Ideias, de Luís Filipe de Lima

aminhos para respostas, ele descreve os traços mais característicos dos subgêneros da manifestação musical; delineia suas origens; “apontando eventuais correlações” entre essas modalidades; e apresenta a “paisagem sonora” do estilo, enumerando seus principais nomes. O livro expõe mais de 20 expressões: “o samba maxixado da Cidade Nova, o samba do Estácio, o samba-choro (do qual derivam o samba de breque, o samba sincopado, o samba de gafieira e o samba-exaltação ufanista), o samba de terreiro (ou ‘de quadra’), o samba de enredo, o samba carnavalesco, o samba-coco, a bossa nova, o sambalanço, o samba-jazz, o samba-rock, o partido-alto, o samba na MPB, e o ‘pós-samba'” – como se refere aos sambistas tradicionais que emergiram com a onda da MPB – “o pagode carioca dos anos 80, o pagode romântico dos anos 90, o pagonejo, o pagode gospel (ou ‘pragod’), os sambas com contribuições regionais, o samba contemporâneo”, sintetiza o autor.

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