Espetáculo musical e álbum marcam os 15 anos do Bloco Afro Ilú Oba de Min

As alfaias. Os agogôs. Os xequerês e os Djembes do Bloco Afro Ilú Obá de Min voltam a ecoar nos palcos paulistas com o show inédito “Nossas Vozes, Nossos Cantos – Ilú Obá 15 anos”, na quinta-feira (19), às 21h, no Teatro Paulo Eiró – Grátis. Apresentado pela Casa Natura, o show inédito é fruto do disco comemorativo dos 15 anos do bloco.
Durante o espetáculo, as manifestações culturais populares afro-brasileiras se apresentam como uma ópera popular de rua, com música, dança e performance.

Com participações de Jessica Gaspar, Dani Negra, Samba de Roda Nega Duda e Teatro Solano Trindade, o show inédito mostra esta centrífuga sonora dos saberes ancestrais e a potência cênica feminina.

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Companhia de Teatro Heliópolis lança livro de seus 20 anos

Há 20 anos, o grupo coloca nos palcos teatrais os anseios e vivências da realidade do bairro de Heliópolis, na zona Sul de São Paulo. Registrada em livro, esta trajetória vem debater a importância da documentação de experiências teatrais. Acompanhando as comemorações dos 20 anos de fundação da Companhia de Teatro Heliópolis, o livro Giras Épico-Poéticas nas Obras-Quilombola, em Processos de Empoderamento – e não apenas – Negro, da Companhia de Teatro Heliópolis: 20 Anos de Belezas e/em Lutas, promove o debate da cena teatral.

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Saiu o livro Para Ouvir o Samba: Um Século de Sons e Ideias, de Luís Filipe de Lima

aminhos para respostas, ele descreve os traços mais característicos dos subgêneros da manifestação musical; delineia suas origens; “apontando eventuais correlações” entre essas modalidades; e apresenta a “paisagem sonora” do estilo, enumerando seus principais nomes. O livro expõe mais de 20 expressões: “o samba maxixado da Cidade Nova, o samba do Estácio, o samba-choro (do qual derivam o samba de breque, o samba sincopado, o samba de gafieira e o samba-exaltação ufanista), o samba de terreiro (ou ‘de quadra’), o samba de enredo, o samba carnavalesco, o samba-coco, a bossa nova, o sambalanço, o samba-jazz, o samba-rock, o partido-alto, o samba na MPB, e o ‘pós-samba'” – como se refere aos sambistas tradicionais que emergiram com a onda da MPB – “o pagode carioca dos anos 80, o pagode romântico dos anos 90, o pagonejo, o pagode gospel (ou ‘pragod’), os sambas com contribuições regionais, o samba contemporâneo”, sintetiza o autor.

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25º Festival do Filme Documentário e Etnográfico Fórum de Antropologia e Cinema

berto Mauro e Galeria Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Festival do Filme Documentário e Etnográfico – Fórum de Antropologia e Cinema é realizado pela Associação Filmes de Quintal, em parceria com a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

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Velha Guarda da Portela é celebrada com curta de animação “O Senhor do Trem”

A importância da Velha Guarda da Portela para a preservação da memória da cultura negra no Rio de Janeiro foi o gancho principal para a origem do curta de animação “Senhor do Trem”, filme idealizado pela Rede Carioca de Rodas de Samba.

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Documentário Territórios de Resistência – Florestanias, Sertanias, Ribeirias

O Sesc São Paulo lançou o documentário “Territórios de Resistência – Florestanias, Sertanias, Ribeirias”, na plataforma Sesc Digital: Cinema – #EmCasaComSesc, e no site do SescTV. Fruto de uma parceria entre o Sesc Ipiranga, o Museu do Ipiranga e a Universidade de São Paulo (USP), a obra parte do registro da última atividade realizada durante a Ocupação Museu do Ipiranga, em 2019, para ressignificar o trabalho na perspectiva do audiovisual.

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Artistas indígenas de povos das Américas na unidade da Vila Mariana do SESC SP

Encontros Ameríndios, exposição que entra em cartaz no Sesc Vila Mariana a partir do dia 31 de julho, traz um recorte da produção artística de povos indígenas das Américas. Compõem a mostra obras de artistas dos povos Guna (Comarca Kuna Yala, Panamá), Haida (Arquipélago de Haida Gwaii, Colúmbia Britânica, Canadá), Huni Kuin (Terra Indígena do Alto Rio Jordão, Acre, Brasil), Shipibo-Konibo (Comunidade de Cantagallo, Lima, Peru, e Alto Ucayali, Amazônia Peruana) e Tahltan (Telegraph Creek e Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá). Com coordenação da Profa. Dra. Sylvia Cauiby Novaes (CEstA – Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo) e curadoria do Dr. Aristoteles Barcelos Neto (University of East Anglia, Reino Unido), a proposta é reunir trabalhos que dialogam entre si e permitem reflexões sobre ancestralidade e temas contemporâneos, centrando também nas culturas desses povos.

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