Arquivos Identidades — Revista RAIZ - cultura brasileira

Artistas indígenas de povos das Américas na unidade da Vila Mariana do SESC SP

Encontros Ameríndios, exposição que entra em cartaz no Sesc Vila Mariana a partir do dia 31 de julho, traz um recorte da produção artística de povos indígenas das Américas. Compõem a mostra obras de artistas dos povos Guna (Comarca Kuna Yala, Panamá), Haida (Arquipélago de Haida Gwaii, Colúmbia Britânica, Canadá), Huni Kuin (Terra Indígena do Alto Rio Jordão, Acre, Brasil), Shipibo-Konibo (Comunidade de Cantagallo, Lima, Peru, e Alto Ucayali, Amazônia Peruana) e Tahltan (Telegraph Creek e Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá). Com coordenação da Profa. Dra. Sylvia Cauiby Novaes (CEstA – Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo) e curadoria do Dr. Aristoteles Barcelos Neto (University of East Anglia, Reino Unido), a proposta é reunir trabalhos que dialogam entre si e permitem reflexões sobre ancestralidade e temas contemporâneos, centrando também nas culturas desses povos.

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Salão Paulista de Arte Naïf em primeira edição

Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo exibe a primeira edição do Salão Paulista de Arte Naïf, realizado pela Totem, Barthô Naïf e Cia Arte Cultura, com aproximadamente 190 obras de artistas de 39 cidades do Estado de São Paulo. Entre os trabalhos podem ser admiradas obras criadas em suportes diversos, tais como pinturas, colagens, desenhos, aquarelas, gravuras, esculturas, entalhes, bordados, costuras e modelagens.

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Alagoas em audiovisual na Mostra Sururu

Exibindo os diversos documentários ou ficções alagoanas; filmes de personagens históricos; curtas com temática da cultura de matriz africana; narrativas sobre a formação sócio histórica; a Mostra Sururu apresenta o cinema como um transporte afetuoso de histórias, paisagens e personagens para além de divisas e do tempo presente.

Ao lado da realização de diálogos entre os integrantes do setor; de editais de fomento à produção audiovisual; de capacitações profissionais na área – a exemplo de cursos promovidos pelo SESC Alagoas e pelo Núcleo de Produção Digital de Maceió (NPD-AL); de produções analíticas e críticas de conteúdo sobre cinema em Alagoas; da atuação de espaços de formação de público – como cineclubes e o Cine Arte Pajuçara; a Mostra Sururu se configura como uma das iniciativas que compõem a base que contribui para o atual momento de ebulição no audiovisual do Estado.

É dentro dessa busca atual que a Mostra Sururu – 10 Anos pretende apresentar o cinema alagoano, a narrativa e linguagem cinematográfica ao público que até hoje não teve acesso à produção audiovisual: é para o público de diversos bairros da capital alagoana e de cidades do interior do estado – muitos desses moradores de zonas periféricas e jovens de baixa renda – que apresentaremos a produção audiovisual alagoana.

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III Festival Candeia de cultura popular recheado de atrações

De 10 a 30 de abril de 2021 mais uma edição do Festival Candeia, evento gratuito que tem o objetivo de fomentar a cultura popular brasileira por meio de aulas, bate-papos e apresentações artísticas, trás uma amostragem ampla e artística da cultura popular brasileira.

Totalmente gratuito e online.

Em 2021, no meio da pandemia do Covid 19, o Festival Candeia presta suas homenagens a pilares da nossa cultura popular, do tradicional às manifestações artísticas inspiradas em nossas raízes. Dividido em três pilares: culturas tradicionais, velhas guardas do samba de São Paulo e mulheres da música independente; o Candeia 2021 vai contar com a participação de Chico César, Alessandra Leão, Escola de Samba Vai-Vai, Jongo Dito Ribeiro, Samba do Cururuquara, entre outros grupos e artistas ativos e muito importantes para a cena da cultura popular no Brasil.

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FGV disponibiliza acervos fotográficos de mulheres intelectuais do século 20

Muitas iniciativas que trabalham patrimônio e memória têm realizado um trabalho essencial na construção da nossa história e identidade, com inúmeras instituições por todo país. Os governamentais IPHAN e Biblioteca Nacional, ou os particulares Itaú Cultural e Instituto Moreira Salles são mais conhecidos, mas temos outros tantos não tão lembrados assim. O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getúlio Vargas é um exemplo. O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) foi criado em 1973. A instituição tem o objetivo de abrigar conjuntos documentais relevantes para a história recente do país, desenvolver pesquisas em sua área de atuação e promover cursos de graduação e pós-graduação. Os conjuntos documentais doados ao CPDOC, que podem ser conhecidos no Guia dos Arquivos, constituem, atualmente, o mais importante acervo de arquivos pessoais de homens públicos do país, integrado por aproximadamente 200 fundos, totalizando cerca de 1,8 milhão de documentos. A organização desses arquivos e sua abertura à consulta pública.

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“Memórias do rio e da terra”, animação inspirada em contos populares do Brasil

A Cia Tempo de Brincar estreia seu mais novo trabalho “Memórias do rio e da terra”, impecável como sempre. A animação, inspirada em personagens clássicos da cultura popular, foi gerado durante a pandemia da Covid 19, com a circulação de seus espetáculos cênico musicais suspensa, a artista visual e atriz Elaine Buzato e o músico e compositor Valter Silva se dedicam a produções musicais e filmes que criam na sua casa, o ateliê/estúdio Tempo de Brincar.

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Xica da Silva na memória do CPT

Com texto de Luís Alberto de Abreu e cenário e figurino de JC Serroni, a peça narra a vida de Francisca da Silva de Oliveira, a Xica da Silva, uma mulher ex-escravizada que atingiu posição de destaque na alta sociedade mineira durante o apogeu da exploração de diamantes, na segunda metade do século XVIII.

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