Plataforma Nimuendajú mostra a diversidade indígena brasileira em mapa interativo

A Plataforma Nimuendajú permite, via aplicativo e via Web, a interação do usuário com o Mapa em ambiente digital com consultas diretas ao banco de dados elaborado a partir das informações contidas nos documentos originais e nas versões impressas (mapas e livros) de Curt Nimuendajú. Foram desenvolvidos filtros e camadas inter-relacionadas que ajudam a compreensão de todas dimensões contidas no documento-monumento sobre a história, a territorialidade dos povos e das línguas indígenas no Brasil.

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Inaugurado o Museu das Culturas Indígenas pelo Governo de São Paulo

O Museu das Culturas Indígenas é parte do plano de expansão da rede museológica do Governo de São Paulo, que conta com 24 equipamentos culturais, o primeiro museu feito e conduzido por indígenas está localizado no Complexo Baby Barione, ao lado do Parque da Água da Branca, Zona Oeste da capital, e recebeu do Estado um repasse total de R$ 14 milhões. O novo museu apresenta uma forma inovadora de gestão e governança, tendo como premissa a participação e o protagonismo dos diversos povos e comunidades indígenas por meio do Conselho Indígena Aty Mirim.

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Movimento Armorial e seus 50 anos de história no CCBB SP

A exposição ARMORIAL 50 ANOS apresenta cerca de 140 obras de arte em diversos formatos contando com artistas importantes para o Movimento Armorial, dentre eles o próprio Ariano Suassuna, Francisco Brennand, Gilvan Samico, Aluísio Braga, entre muitos outros artistas que fizeram parte deste importante movimento artístico lançado no Recife, em 18 de outubro de 1970.

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Livro discute a Amazônia a partir de imagens do século 19

A Amazônia do fim do século XIX era lugar de todas as gentes, de todas as cores, de todas as caras a falar um mundo de lingas. Mas nem tudo é verde esperança na floresta amazônica. “A Ideia de Civilização nas Imagens da Amazônia 1865-1908”, conduz, quem ler o livro, a se enveredar pela experiencia de vida de quem produziu e de quem foi o foco das imagens.

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Espetáculo musical e álbum marcam os 15 anos do Bloco Afro Ilú Oba de Min

As alfaias. Os agogôs. Os xequerês e os Djembes do Bloco Afro Ilú Obá de Min voltam a ecoar nos palcos paulistas com o show inédito “Nossas Vozes, Nossos Cantos – Ilú Obá 15 anos”, na quinta-feira (19), às 21h, no Teatro Paulo Eiró – Grátis. Apresentado pela Casa Natura, o show inédito é fruto do disco comemorativo dos 15 anos do bloco.
Durante o espetáculo, as manifestações culturais populares afro-brasileiras se apresentam como uma ópera popular de rua, com música, dança e performance.

Com participações de Jessica Gaspar, Dani Negra, Samba de Roda Nega Duda e Teatro Solano Trindade, o show inédito mostra esta centrífuga sonora dos saberes ancestrais e a potência cênica feminina.

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25º Festival do Filme Documentário e Etnográfico Fórum de Antropologia e Cinema

berto Mauro e Galeria Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Festival do Filme Documentário e Etnográfico – Fórum de Antropologia e Cinema é realizado pela Associação Filmes de Quintal, em parceria com a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

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Artistas indígenas de povos das Américas na unidade da Vila Mariana do SESC SP

Encontros Ameríndios, exposição que entra em cartaz no Sesc Vila Mariana a partir do dia 31 de julho, traz um recorte da produção artística de povos indígenas das Américas. Compõem a mostra obras de artistas dos povos Guna (Comarca Kuna Yala, Panamá), Haida (Arquipélago de Haida Gwaii, Colúmbia Britânica, Canadá), Huni Kuin (Terra Indígena do Alto Rio Jordão, Acre, Brasil), Shipibo-Konibo (Comunidade de Cantagallo, Lima, Peru, e Alto Ucayali, Amazônia Peruana) e Tahltan (Telegraph Creek e Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá). Com coordenação da Profa. Dra. Sylvia Cauiby Novaes (CEstA – Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo) e curadoria do Dr. Aristoteles Barcelos Neto (University of East Anglia, Reino Unido), a proposta é reunir trabalhos que dialogam entre si e permitem reflexões sobre ancestralidade e temas contemporâneos, centrando também nas culturas desses povos.

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Salão Paulista de Arte Naïf em primeira edição

Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo exibe a primeira edição do Salão Paulista de Arte Naïf, realizado pela Totem, Barthô Naïf e Cia Arte Cultura, com aproximadamente 190 obras de artistas de 39 cidades do Estado de São Paulo. Entre os trabalhos podem ser admiradas obras criadas em suportes diversos, tais como pinturas, colagens, desenhos, aquarelas, gravuras, esculturas, entalhes, bordados, costuras e modelagens.

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Alagoas em audiovisual na Mostra Sururu

Exibindo os diversos documentários ou ficções alagoanas; filmes de personagens históricos; curtas com temática da cultura de matriz africana; narrativas sobre a formação sócio histórica; a Mostra Sururu apresenta o cinema como um transporte afetuoso de histórias, paisagens e personagens para além de divisas e do tempo presente.

Ao lado da realização de diálogos entre os integrantes do setor; de editais de fomento à produção audiovisual; de capacitações profissionais na área – a exemplo de cursos promovidos pelo SESC Alagoas e pelo Núcleo de Produção Digital de Maceió (NPD-AL); de produções analíticas e críticas de conteúdo sobre cinema em Alagoas; da atuação de espaços de formação de público – como cineclubes e o Cine Arte Pajuçara; a Mostra Sururu se configura como uma das iniciativas que compõem a base que contribui para o atual momento de ebulição no audiovisual do Estado.

É dentro dessa busca atual que a Mostra Sururu – 10 Anos pretende apresentar o cinema alagoano, a narrativa e linguagem cinematográfica ao público que até hoje não teve acesso à produção audiovisual: é para o público de diversos bairros da capital alagoana e de cidades do interior do estado – muitos desses moradores de zonas periféricas e jovens de baixa renda – que apresentaremos a produção audiovisual alagoana.

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III Festival Candeia de cultura popular recheado de atrações

De 10 a 30 de abril de 2021 mais uma edição do Festival Candeia, evento gratuito que tem o objetivo de fomentar a cultura popular brasileira por meio de aulas, bate-papos e apresentações artísticas, trás uma amostragem ampla e artística da cultura popular brasileira.

Totalmente gratuito e online.

Em 2021, no meio da pandemia do Covid 19, o Festival Candeia presta suas homenagens a pilares da nossa cultura popular, do tradicional às manifestações artísticas inspiradas em nossas raízes. Dividido em três pilares: culturas tradicionais, velhas guardas do samba de São Paulo e mulheres da música independente; o Candeia 2021 vai contar com a participação de Chico César, Alessandra Leão, Escola de Samba Vai-Vai, Jongo Dito Ribeiro, Samba do Cururuquara, entre outros grupos e artistas ativos e muito importantes para a cena da cultura popular no Brasil.

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