Alagoas em audiovisual na Mostra Sururu

Exibindo os diversos documentários ou ficções alagoanas; filmes de personagens históricos; curtas com temática da cultura de matriz africana; narrativas sobre a formação sócio histórica; a Mostra Sururu apresenta o cinema como um transporte afetuoso de histórias, paisagens e personagens para além de divisas e do tempo presente.

Ao lado da realização de diálogos entre os integrantes do setor; de editais de fomento à produção audiovisual; de capacitações profissionais na área – a exemplo de cursos promovidos pelo SESC Alagoas e pelo Núcleo de Produção Digital de Maceió (NPD-AL); de produções analíticas e críticas de conteúdo sobre cinema em Alagoas; da atuação de espaços de formação de público – como cineclubes e o Cine Arte Pajuçara; a Mostra Sururu se configura como uma das iniciativas que compõem a base que contribui para o atual momento de ebulição no audiovisual do Estado.

É dentro dessa busca atual que a Mostra Sururu – 10 Anos pretende apresentar o cinema alagoano, a narrativa e linguagem cinematográfica ao público que até hoje não teve acesso à produção audiovisual: é para o público de diversos bairros da capital alagoana e de cidades do interior do estado – muitos desses moradores de zonas periféricas e jovens de baixa renda – que apresentaremos a produção audiovisual alagoana.

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III Festival Candeia de cultura popular recheado de atrações

De 10 a 30 de abril de 2021 mais uma edição do Festival Candeia, evento gratuito que tem o objetivo de fomentar a cultura popular brasileira por meio de aulas, bate-papos e apresentações artísticas, trás uma amostragem ampla e artística da cultura popular brasileira.

Totalmente gratuito e online.

Em 2021, no meio da pandemia do Covid 19, o Festival Candeia presta suas homenagens a pilares da nossa cultura popular, do tradicional às manifestações artísticas inspiradas em nossas raízes. Dividido em três pilares: culturas tradicionais, velhas guardas do samba de São Paulo e mulheres da música independente; o Candeia 2021 vai contar com a participação de Chico César, Alessandra Leão, Escola de Samba Vai-Vai, Jongo Dito Ribeiro, Samba do Cururuquara, entre outros grupos e artistas ativos e muito importantes para a cena da cultura popular no Brasil.

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Cine Direitos Humanos 21, olho no olho

A Mostra Cine Direitos Humanos – Olho no Olho chega trazendo 78 filmes com diversas abordagens: histórica, criativa, divertida, dramática, provocativa; também alguns filmes inéditos e muitos certamente inspiradores. São curtas, animações, médias e longas metragens, com várias temáticas, que acomodam um amplo perfil de público para diversas idades.
A mostra é gratuita e estará aberta, a partir de 10h do dia 07 de abril, no endereço ao lado, da Polo Audiovisual. Os filmes ficarão disponíveis durante o período dos dias 07 a 11, para assisti-los, basta se cadastrar; rápido e fácil. Os filmes estão agrupados em programas mas o que vale é a curiosidade, cada um deve fazer o seu caminho.

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FGV disponibiliza acervos fotográficos de mulheres intelectuais do século 20

Muitas iniciativas que trabalham patrimônio e memória têm realizado um trabalho essencial na construção da nossa história e identidade, com inúmeras instituições por todo país. Os governamentais IPHAN e Biblioteca Nacional, ou os particulares Itaú Cultural e Instituto Moreira Salles são mais conhecidos, mas temos outros tantos não tão lembrados assim. O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getúlio Vargas é um exemplo. O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) foi criado em 1973. A instituição tem o objetivo de abrigar conjuntos documentais relevantes para a história recente do país, desenvolver pesquisas em sua área de atuação e promover cursos de graduação e pós-graduação. Os conjuntos documentais doados ao CPDOC, que podem ser conhecidos no Guia dos Arquivos, constituem, atualmente, o mais importante acervo de arquivos pessoais de homens públicos do país, integrado por aproximadamente 200 fundos, totalizando cerca de 1,8 milhão de documentos. A organização desses arquivos e sua abertura à consulta pública.

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“Memórias do rio e da terra”, animação inspirada em contos populares do Brasil

A Cia Tempo de Brincar estreia seu mais novo trabalho “Memórias do rio e da terra”, impecável como sempre. A animação, inspirada em personagens clássicos da cultura popular, foi gerado durante a pandemia da Covid 19, com a circulação de seus espetáculos cênico musicais suspensa, a artista visual e atriz Elaine Buzato e o músico e compositor Valter Silva se dedicam a produções musicais e filmes que criam na sua casa, o ateliê/estúdio Tempo de Brincar.

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Xica da Silva na memória do CPT

Com texto de Luís Alberto de Abreu e cenário e figurino de JC Serroni, a peça narra a vida de Francisca da Silva de Oliveira, a Xica da Silva, uma mulher ex-escravizada que atingiu posição de destaque na alta sociedade mineira durante o apogeu da exploração de diamantes, na segunda metade do século XVIII.

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