Dona Maria Baptista, a mãe do tambor de sopapo
Através do Festival Cabobu, a Natura Musical valoriza a presença feminina na vanguarda da cultura negra em Pelotas, com a história de Dona Maria Baptista, considerada mãe do tambor de sopapo.
Leia maisAtravés do Festival Cabobu, a Natura Musical valoriza a presença feminina na vanguarda da cultura negra em Pelotas, com a história de Dona Maria Baptista, considerada mãe do tambor de sopapo.
Leia maisO Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP/Iphan) inaugurou a mostra Sala do Artista Popular: Aqui Tem Patrimônio. A exposição traz um conjunto de obras de artistas e comunidades artesanais que já passaram pelo Programa Sala do Artista Popular (SAP) e estão associadas a expressões registradas como Patrimônio Imaterial.
Leia maisNo ano do bicentenário da Independência do Brasil, o Museu da Casa Brasileira, instituição administrada pela Fundação Padre Anchieta, abre para o público no dia 23 de setembro, sexta-feira, a partir das 10h, a exposição ‘Independências: Casas e Costumes no Brasil’. A nova mostra apresenta um retrato da cultura material brasileira junto a registros das diferentes arquiteturas ligadas às três matrizes culturais que constituem a base de nossa formação sociocultural: a do colonizador português, a dos africanos e a dos indígenas.
Leia maisA região do Cariri cearense é reconhecida por ser uma vitrine de costumes e tradições onde a cultura pulsa intensamente.
Leia maisO Festival do Folclore é um encontro da cultura Brasileira. Além de preservar e manter a cultura popular, o Festival fomenta o comércio, o turismo e os serviços na cidade e em toda região noroeste do Estado de São Paulo. Olímpia mantém e incentiva durante todo o ano os grupos folclóricos locais, hoje já são 15 Folclóricos e três Parafolclóricos.
Leia maisO Revelando SP é o maior festival de cultura tradicional e economia criativa paulista. Realizado desde 1997 pelo Governo do Estado de São Paulo, o evento é gerido pela Amigos da Arte desde 2017. O Revelando SP reúne culinária típica, artesanato e diversas manifestações culturais populares, como folia de reis, congada, catira, viola caipira, jongo, batuques, entre muitas outras atrações vindas de todo o estado.
Leia maisA Plataforma Nimuendajú permite, via aplicativo e via Web, a interação do usuário com o Mapa em ambiente digital com consultas diretas ao banco de dados elaborado a partir das informações contidas nos documentos originais e nas versões impressas (mapas e livros) de Curt Nimuendajú. Foram desenvolvidos filtros e camadas inter-relacionadas que ajudam a compreensão de todas dimensões contidas no documento-monumento sobre a história, a territorialidade dos povos e das línguas indígenas no Brasil.
Leia maisO Museu das Culturas Indígenas é parte do plano de expansão da rede museológica do Governo de São Paulo, que conta com 24 equipamentos culturais, o primeiro museu feito e conduzido por indígenas está localizado no Complexo Baby Barione, ao lado do Parque da Água da Branca, Zona Oeste da capital, e recebeu do Estado um repasse total de R$ 14 milhões. O novo museu apresenta uma forma inovadora de gestão e governança, tendo como premissa a participação e o protagonismo dos diversos povos e comunidades indígenas por meio do Conselho Indígena Aty Mirim.
Leia maisA exposição ARMORIAL 50 ANOS apresenta cerca de 140 obras de arte em diversos formatos contando com artistas importantes para o Movimento Armorial, dentre eles o próprio Ariano Suassuna, Francisco Brennand, Gilvan Samico, Aluísio Braga, entre muitos outros artistas que fizeram parte deste importante movimento artístico lançado no Recife, em 18 de outubro de 1970.
Leia maisA Amazônia do fim do século XIX era lugar de todas as gentes, de todas as cores, de todas as caras a falar um mundo de lingas. Mas nem tudo é verde esperança na floresta amazônica. “A Ideia de Civilização nas Imagens da Amazônia 1865-1908”, conduz, quem ler o livro, a se enveredar pela experiencia de vida de quem produziu e de quem foi o foco das imagens.
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