FestCine Itaúna transforma zona rural de Caruaru em território do cinema
Festival internacional levou 140 filmes a comunidades rurais, quilombolas e escolas públicas do Agreste pernambucano e premiou vencedores com troféu criado pelo mestre artesão Horácio Rodrigues.
Durante uma semana, o cinema saiu das salas convencionais e encontrou novos espectadores na zona rural de Caruaru, no Agreste pernambucano. Entre 10 e 16 de agosto, o 7º FestCine Itaúna – Festival Internacional de Cinema de Itaúna levou 140 filmes, selecionados entre mais de mil inscritos, a comunidades rurais, quilombolas e escolas públicas da região.
Realizado em um território marcado pela força da cultura popular, o festival transformou espaços do cotidiano em lugares de encontro com o cinema. A programação reuniu produções de diferentes partes do mundo e criou uma experiência que foi além da exibição de filmes, aproximando moradores, estudantes, realizadores e instituições.
A relação com o território é um dos principais diferenciais do FestCine Itaúna. Em vez de concentrar a programação em um único espaço, o festival espalhou as sessões pela zona rural, fazendo do próprio Agreste um cenário de circulação e descoberta audiovisual.
A programação também incorporou apresentações artísticas, shows musicais, debates e ações formativas, além de iniciativas voltadas à preservação ambiental e à acessibilidade.
Crianças e adolescentes também escolhem os premiados
Um dos momentos mais significativos do festival foi a participação do Júri Jovem, formado exclusivamente por crianças e adolescentes da zona rural de Caruaru.
Mais do que espectadores, eles participaram do processo de avaliação e tiveram papel ativo na escolha dos vencedores da Mostra Itaúna. A iniciativa aproxima o público jovem da linguagem cinematográfica e reconhece sua capacidade de olhar, interpretar e escolher as histórias que deseja ver representadas.
A presença desse júri também reforça uma característica importante do festival: a formação de público acontece junto com a experiência de assistir aos filmes.

Um prêmio feito pelas mãos de um mestre do barro
Os vencedores anunciados no domingo (16) receberam o Troféu Cururu de Ouro, que carrega uma conexão direta com a tradição artesanal de Caruaru.
A peça foi moldada em barro pelo mestre artesão Horácio Rodrigues, do Alto do Moura, um dos principais territórios da tradição ceramista de Caruaru. Assim, o próprio troféu transforma o reconhecimento cinematográfico em objeto ligado à cultura e ao fazer artesanal pernambucano.
O prêmio estabelece uma ponte simbólica entre duas linguagens que encontram no território uma de suas principais forças: o cinema, que registra e reinventa histórias por meio das imagens, e o artesanato, que preserva conhecimentos e memórias através das mãos de seus mestres.
Além da premiação do júri técnico, o festival contou com o Prêmio do Júri da Crítica, concedido pela Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN).
Alguns dos filmes vencedores também receberam o Prêmio Edina Fujii, que oferece, ao todo, R$ 36 mil em locação de equipamentos audiovisuais, disponibilizados pela Naymovie – Infraestrutura Audiovisual.
Cinema que encontra o território
Ao ocupar comunidades rurais, espaços quilombolas e escolas públicas, o FestCine Itaúna amplia a ideia de onde o cinema pode acontecer e de quem pode participar dele.
A experiência do festival aproxima o audiovisual de públicos que nem sempre têm acesso regular às salas de cinema e cria encontros entre diferentes gerações, territórios e formas de contar histórias.
Em sua sétima edição, o FestCine Itaúna reafirma, assim, uma vocação que ultrapassa a competição e a exibição de filmes: fazer do cinema uma ferramenta de encontro, formação e valorização dos territórios do Agreste pernambucano.

A seleção deste ano abrangeu sete categorias competitivas. Confira os indicados e vencedores do 7º Festcine Itaúna:
MOSTRA MOCÓ
- Melhor Longa:
- Indicados: “Filhas da Lua”, “Comparsa”, “Cheiro de Feijão Queimado”
- Vencedor: “Comparsa” (Dir. Vickie Curtis e Doug Anderson)
- Melhor Direção:
- Indicados: “Filhas da Lua”, “Comparsa”, “Uma Estrada Que Corta o Território do Xerente”
- Vencedor: “Filhas da Lua” (Dir. Tatiana Sager)
- Melhor Ator:
- Indicados: Adrien Gelay
- Vencedor: Adrien Gelay (Pelo filme “Come Back”)
- Melhor Atriz:
- Indicados: Sarah Gelay (Pelo filme “Come Back”), Cira Ramos (De “Cheiro de Feijão Queimado”)
- Vencedor: Sarah Gelay (Pelo filme “Come Back”)
- Melhor Roteiro:
- Indicados: “Uma Estrada Que Corta o Território do Xerente”, “Filhas da Lua”, “Cheiro de Feijão Queimado”
- Vencedor: “Filhas da Lua”
- Melhor Fotografia:
- Indicados: “Filhas da Lua”, “Uma Estrada Que Corta o Território do Xerente”
- Vencedor: “Uma Estrada Que Corta o Território do Xerente”
- Melhor Montagem:
- Vencedor: “Comparsa”
- Melhor Direção de Arte:
- Indicados: “Come Back”, “Comparsa”
- Vencedor: “Come Back” (Dir. Irina Velez Crespo, David Gelay, Mostafa Belbacha)
- Prêmio do Júri da Crítica ACCiRN: “Comparsa” (Dir. Vickie Curtis e Doug Anderson) – Pelo uso de diferentes técnicas que vão além do documentário tradicional para construir sua narrativa e enfatizar a potência e criatividade de suas personagens, pela montagem eficiente que cria ritmo e mantém o espectador engajado, e pelas experimentações cinematográficas que utiliza.
MOSTRA ANU-PRETO
- Melhor Curta-metragem:
- Indicados: “Poeira”, “Kika Não Foi Convidada”
- Vencedor: “Poeira” (Dir. Mateus Lana Guzzo)
- Melhor Documentário:
- Indicados: “Os Arcos Dourados de Olinda”, “José Bezerra, Artista”
- Vencedor: “Os Arcos Dourados de Olinda” (Dir. Douglas Henrique)
- Melhor Direção:
- Indicados: Bisan Owda (Por “Free Fish”), Mateus Lana Guzzo (Por “Poeira”)
- Vencedor: Mateus Lana Guzzo (Por “Poeira”)
- Melhor Ator:
- Indicados: Buda Lira (Por “Ponto e Vírgula”), Enrique Diaz (Por “Poeira”), Leonardo Oliveira (Por “Trapo”)
- Vencedor: Enrique Diaz (Por “Poeira”)
- Melhor Atriz:
- Indicados: Nala Drescher (Por “Irmãs de Sangue”), Aguida Aguiar (Por “Esta Noite Minha Alma Partirá”), Livia Menelau (Por “Benedita”)
- Vencedor: Aguida Aguiar (Por “Esta Noite Minha Alma Partirá”)
- Melhor Roteiro:
- Indicados: “Poeira”, “Ponto e Vírgula”
- Vencedor: “Poeira”
- Melhor Fotografia:
- Indicados: “Poeira”, “Boiuna”
- Vencedor: “Boiuna”
- Melhor Montagem:
- Indicados: “Esta Noite Minha Alma Partirá”, “Benedita”, “Maya”
- Vencedor: “Esta Noite Minha Alma Partirá”
- Melhor Som:
- Indicados: “Irmãs de Sangue”, “Poeira”
- Vencedor: “Poeira”
- Melhor Trilha Sonora:
- Indicados: “Poeira”, “Benedita”
- Vencedor: “Benedita”
- Melhor Direção de Arte:
- Indicados: “Trapo”, “Boiuna”
- Vencedor: “Boiuna”
- Melhor Figurino:
- Indicados: “Quem Quer”, “Boiuna”
- Vencedor: “Boiuna”
- Melhor Maquiagem:
- Indicados: “Benedita”, “Boiuna”
- Vencedor: “Benedita”
- Melhor Cartaz:
- Vencedor: “Os Arcos Dourados de Olinda”
- Grande Prêmio do Júri:
- Vencedor: “José Bezerra, Artista”
- Prêmio do Júri da Crítica ACCiRN: “Esta Noite Minha Alma Partirá” (Dir.Igor Vasco) –
Por sua capacidade em evocar o melhor do cinema construído pela escola José Mojica Marins (Zé do Caixão) no Brasil, mas, ao mesmo tempo inovar tematicamente e trazer elementos de vanguarda no roteiro e na montagem, além de atuações surpreendentes e precisas, evocando o melhor do cinema de gênero misturado a uma estética acertadíssima.
Menção honrosa: “Kika Não Foi Convidada” (Dir. Juraci Oliveira Campos) – Pela delicadeza poética ao retratar o olhar da infância diante da rejeição e por transformar uma memória pessoal em um manifesto universal sobre empatia, acolhimento e amizade.

MOSTRA CURURUÁ
- Melhor Filme:
- Indicados: “Cajuína”, “Amargo”, “Desvios Naturais”
- Vencedor: “Cajuína”
- Melhor Documentário:
- Indicados: “Saber Brincar”, “Pupá”
- Vencedor: “Pupá” (Dir. Osani)
- Melhor Direção:
- Indicados: “Cajuína”, “Que Luz”
- Vencedor: “Cajuína” (Dir. Maria Paula Souza Macedo)
- Melhor Ator:
- Indicados: Elias Andrade Santana (Por “Cajuína”), Nathysson Venceslau (Por “Um Dia Daqueles”), Robson Benta (Por “Desvios Naturais”), Jailson Silva (Por “Amargo”)
- Vencedor: Nathysson Venceslau (Por “Um Dia Daqueles”)
- Melhor Atriz:
- Indicados: Noélia de Jesus Montanhas (Por “Cajuína”), Lívia Schuindt (Por “Afetos Monstruosos”), Vânia Maria (Por “Santo Graal”), Marta Aurélia (Por “Coração Vazio”)
- Vencedor: Noélia de Jesus Montanhas (Por “Cajuína”)
- Melhor Roteiro:
- Indicados: “Cajuína”, “Antes Que Minha Avó Morra, Preciso Saber”, “Santo Graal”
- Vencedor: “Antes Que Minha Avó Morra, Preciso Saber”
- Melhor Fotografia:
- Indicados: “Cajuína”, “Desvios Naturais”
- Vencedor: “Desvios Naturais”
- Melhor Montagem:
- Indicados: “Cajuína”, “A Pior Dor Que Há”, “Caminho de Volta”, “Que Luz”
- Vencedor: “Caminho de Volta”
- Melhor Som:
- Indicados: “Cajuína”, “Afetos Monstruosos”, “Amargo”, “Benção”
- Vencedor: “Amargo”
- Melhor Trilha Sonora:
- Indicados: “Um Dia Daqueles”, “Coração Vazio”, “Desvios Naturais”
- Vencedor: “Coração Vazio”
- Melhor Direção de Arte:
- Indicados: “Um Dia Daqueles”, “A Pior Dor Que Há”
- Vencedor: “A Pior Dor Que Há”
- Melhor Figurino:
- Indicados: “Black Maria”, “Cajuína”
- Vencedor: “Cajuína”
- Melhor Maquiagem:
- Indicados: “Black Maria”, “Cajuína”
- Vencedor: “Black Maria”
- Melhor Cartaz:
- Indicados: “Cajuína”, “A Pior Dor Que Há”, “Antes Que Minha Avó Morra, Preciso Saber”
- Vencedor: “A Pior Dor Que Há”
- Grande Prêmio do Júri:
- Indicados: “Black Maria”, “Antes Que Minha Avó Morra, Preciso Saber”, “A Pior Dor Que Há”
- Vencedor: “Antes Que Minha Avó Morra, Preciso Saber” (Dir. Airã Araújo)
- Prêmio do Júri da Crítica ACCiRN: “Santo Graal” (Dir.Giselle Gonçalves & João Oliveira) – Por seus méritos técnicos (montagem irretocável, fotografia belíssima, atuação eficaz, roteiro primoroso), pela maneira como se vale da linguagem cinematográfica para explorar temas frequentemente espinhentos com um olhar muito sensível e, ao mesmo tempo, irredento, e pela câmera que não omite, não se priva, não foge das situações que transformam a experiência desconfortável ali narrada em um grande berro contra as amarras da repressão e do moralismo.
Menção Honrosa: “Saber Brincar” (Dir. Leticia Diniz) – A obra se destaca pela delicadeza com que apresenta experiências infantis marcadas pela imaginação, pela identidade e pelo pertencimento. Com olhar sensível e linguagem inacessível, o filme reforça a importância da cultura popular do Cariri.
MOSTRA CURURU DOCE
- Melhor Animação:
- Indicados: “O Medo Tá Foda”, “O Plano Secreto de Alie”, “Hacker Leonilia”, “Medo Monstro”
- Vencedor: “O Plano Secreto de Alie” (Dir. Lux Farr)
- Melhor Direção:
- Indicados: “Vila Sabará”, “Rosetta”, “O Medo Tá Foda”, “Plano Secreto de Alie”, “Medo Monstro”
- Vencedor: “O Medo Tá Foda” (Dir. Esaú Pereira)
- Melhor Roteiro:
- Indicados: “O Plano Secreto de Alie”, “O Medo Tá Foda”, “Hacker Leonilia”, “Medo Monstro”, “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá”
- Vencedor: “O Plano Secreto de Alie” (Dir. Lux Farr)
- Melhor Fotografia:
- Indicados: “Estou Com Problemas Nulos”, “Plano Secreto de Alie”, “O Medo Tá Foda”, “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá”
- Vencedor: “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá” (Dir. Otoniel Lopes)
- Melhor Montagem:
- Indicados: “Peixe Seco e Defumado”, “Rosetta”, “Café Para Dois”, “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá”, “O Plano Secreto de Alie”, “O Medo Tá Foda”
- Vencedor: “Peixe Seco e Defumado” (Dir. Denis Souza)
- Melhor Som:
- Indicados: “Hacker Leonilia”, “Romu”, “Estou Com Problemas Nulos”, “O Plano Secreto de Alie”, “Comadre Florizinha”
- Vencedor: “Hacker Leonilia” (Dir. Gustavo Fontele)
- Melhor Trilha Sonora:
- Indicados: “Romu”, “Juca Jacaré – Calor Para Que Você Queira”, “A Vaidade É A Última Que Morre”, “Comadre Florizinha”, “O Medo Tá Foda”, “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá”
- Vencedor: “Juca Jacaré – Calor Para Que Você Queira” (Dir. Júlio César Custódio)
- Melhor Direção de Arte:
- Indicados: “A Vaidade É A Última Que Morre”, “Vila Sabará”, “Catarse”, “O Plano Secreto de Alie”, “O Medo Tá Foda”, “Comadre Florizinha”
- Vencedor: “Comadre Florizinha” (Dir. Rai Diniz e Carlos Mosca)
- Melhor Cartaz:
- Indicados: “Peixe Seco e Defumado”, “O Medo Tá Foda”, “A Vaidade É A Última Que Morre”, “Plano Secreto de Alie”, “Hacker Leonilia”
- Vencedor: “O Medo Tá Foda” (Dir. Esaú Pereira)
- Prêmio do Júri da Crítica ACCiRN: “Invisível” (Dir. Ramon Faria) – Pela forma como inicia e termina cativante; por sua trilha sonora pontual e assertiva, que combina muito bem com os cenários bem desenhados, que apesar dos traços confortáveis, deixam evidente sensação de desconforto através das suas sutilezas, como a opacidade inteligentemente utilizada; pelo seu roteiro claro e objetivo, e por sua linguagem tão simples de entender ao abordar um tema tão denso.

MOSTRA TEJU
- Melhor Filme:
- Vencedor: “Singrar” (Dir. Heleno Florentino)
- Melhor Documentário:
- Indicados: “Entre Forças”, “Pedrinhas Miudinhas”
- Vencedor: “Pedrinhas Miudinhas” (Dir. Isabelle Oliveira Araujo)
- Melhor Direção:
- Vencedor: Mayara Millane (Por “Entre Forças”)
- Melhor Ator:
- Vencedor: Wagnner Sales (Por “Me Conte Uma História”)
- Melhor Atriz:
- Vencedor: Nena Pacheco (Por “Me Conte Uma História”)
- Melhor Roteiro:
- Indicados: “Singrar”, “Socorro e Mazé”
- Vencedor: Caleb Benjamin e Heleno Florentino (Por “Singrar”)
- Melhor Fotografia:
- Vencedor: “Pedrinhas Miudinhas”
- Melhor Montagem:
- Vencedor: “Quando Em Tuas Veias”
- Melhor Som:
- Vencedor: “Entre Forças”
- Melhor Trilha Sonora:
- Vencedor: “Ô Celina, Ô Celina – Biu Neguinho”
- Melhor Direção de Arte:
- Vencedor: “Pedrinhas Miudinhas”
- Melhor Figurino:
- Vencedor: “Pedrinhas Miudinhas”
- Melhor Maquiagem:
- Vencedor: “Singrar”
- Melhor Cartaz:
- Vencedor: “Socorro e Mazé” (Dir. João Marcelo)
- Prêmio do Júri da Crítica ACCiRN: “Socorro e Mazé” (Dir. João Marcelo) – Por sua força temática, ao retratar uma dupla extraordinária de mulheres, e pelas decisões técnicas que engrandecem o filme, como a escolha de imagens que permitem imersão no cotidiano, a montagem, o desenho de som e a trilha sonora, que dão materialidade ao forró e fazem com que a música seja simultaneamente tema e linguagem.
MOSTRA CUTIA
- Melhor Videoclipe:
- Vencedor: “Cheiro de Mar” (Dir. Luanda e Gabriel Rodrigues)
- Melhor Direção:
- Vencedor: “Cara” (Dir. Gustavo Serrate)
- Melhor Fotografia:
- Vencedor: “Meu Nome É Maalum” (Dir. Magna Domingues e Victor Hugo Fiúza)
- Melhor Montagem:
- Indicados: “Casi” (Dir. Jocelyn Laurent), “Alavantu” (Dir. Paulo Oliveira)
- Vencedor: “Alavantu” (Dir. Paulo Oliveira)
- Melhor Trilha Sonora:
- Vencedor: “Amazônidas” (Dir. Estela Ceregatti e Nathally Sena)
- Prêmio do Júri da Crítica ACCiRN: “Cheiro de Mar” (Dir. Luanda e Gabriel Rodrigues) – Por utilizar de maneira muito assertiva o ritmo de corte, com variações nos momentos de euforia e de acalanto, dando ao clipe um andamento que mantém sua base mesmo sugerindo um “eco” sensorial; e pelas alternâncias de planos, angulações e movimentos de câmera, que extraem o máximo possível das locações, decisões técnicas que beneficiam muito o roteiro.
MOSTRA ITAÚNA
- Melhor Filme:
- Vencedor: “Moleque Sonhador” (Dir. Colégio Estadual Solon Amaral)
- Melhor Direção:
- Vencedor: “Moleque Sonhador” (Dir. Colégio Estadual Solon Amaral)
- Melhor Roteiro:
- Vencedor: “Reitor João Alfredo” (Dir. Arthur Campos)
- Melhor Produção:
- Vencedor: “Grito de Ousadia” (Dir. Kaíque Félix)
O 7º Festcine Itaúna – Festival Internacional de Itaúna foi idealizado e realizado pelo premiado cineasta Paulo Conceição e contou com a produção executiva de Túlio Beat, além de uma equipe dedicada:Camila Haydee, Óscar Araújo, Bruno Adrian, Leo Hick, Rizonir Silva, Lucas Carvalho, Deusdete Maria e Candido Rafael. O FestCine Itaúna é financiado pelo Governo Federal através da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), pelo Governo do Estado de Pernambuco, Prefeitura Municipal de Caruaru e Fundação de Cultura de Caruaru, contando ainda com apoio de exibição do Cineclube Cuca Livre.

